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Quarta-feira, Fevereiro 24, 2021
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Alexandre O’Neill, Mossadegh e Madame Chiang em debate nos Encontros Imaginários na Amadora

Dia 9 de março a partir das 21h30 no Auditório Rogério Rodrigues da Biblioteca Municipal Fernando Piteira Santos.

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Alexandre O’Neill, Mossadegh e Madame Chiang serão as personagens da História recordadas na próxima sessão dos Encontros Imaginários na Amadora, iniciativa que decorrerá na segunda-feira, dia 9 de março, a partir das 21h30, no Auditório Rogério Rodrigues da Biblioteca Municipal Fernando Piteira Santos.

Esta atividade é organizada pela Associação Amadora Passado, Presente e Futuro e pelo Teatro Passagem de Nível, e conta com o apoio da Câmara Municipal da Amadora. Nestes encontros, pretende-se fomentar o confronto de ideias, através de personagens marcantes da História da Humanidade.

Entrada livre.
Destinatários: público em geralSinopse | Encontros Imaginários na Amadora com Alexandre O’Neil / Mossadegh / Madame Chiang
Personalidades da História que serão recordadas:
«Alexandre O’Neill (Lisboa, 19 de dezembro de 1924 — Lisboa, 21 de agosto de 1986) – Poeta do Movimento Surrealista Português. Descendente de irlandeses. Não conseguindo viver apenas da sua escrita, o autor alargou a sua ação à publicidade. É da sua autoria o lema publicitário “Há mar e mar, há ir e voltar”, entre muitos outros. Foi várias vezes preso pela polícia política, a PIDE.
Mosaddeq (Teerão, 1880 — Ahmad Abad, 5 de março de 1967) – Foi primeiro-ministro do Irão entre 1951 e 1953.
Madame Chiang, nascida Soong May-ling (Shanghai, 5 de março de 1898 – Nova Iorque, 23 de outubro de 2003) – foi primeira-dama da República da China entre 1948 a 1975, esposa de Chiang Kai-Shek. Dedicou-se à política e à pintura.» – Texto: Associação Amadora, Passado, Presente e Futuro Sobre os Encontros Imaginários na Amadora:
Trata-se de uma iniciativa do encenador e dramaturgo Hélder Costa do Grupo de Teatro A Barraca.
“O percurso irregular do Conhecimento e da Cultura, na Política, na Arte, na Economia, nas Religiões e na Ciência. Nas palavras do próprio autor, “os Encontros Imaginários não são uma peça de teatro, são sim um exercício de para-teatro, não há textos decorados, não há cenários, não há iluminação. São uma demonstração pública que a aprendizagem pode ser lúdica, agradável e de dimensão popular. Ser culto sem ser elitista e popular sem ser populista.” Associação Amadora Passado Presente e Futuro

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